Na segunda-feira passada, 10/09, quando saímos de casa para o
trabalho, podíamos ver que o tempo estava estranho. Não era chuva, nem era
frio. Era poeira solta pelo ar, por todo o ar, dando um tom amarronzado a tudo
ao nosso redor. Havia vento, mas o ar estava seco.
E a semana correu assim. Na tarde de quarta-feira, em Ribeirão Preto, a
umidade relativa do ar chegou ao estado de atenção: 26%. Mas, outra coisa se
mostrou preocupante na quarta: a falta de água em vários bairros da cidade,
periféricos ou não, em residências, empresas, restaurantes, escolas e
hospitais...
Nem vou me deter nisso, hoje, mas é claro que, mesmo faltando água
em grande parte da cidade, ainda havia bairro em que os desperdiçadores estavam
varrendo as calçadas sem vassoura, apenas com a mangueira d'água, ou regando o
asfalto para refrescar...
Consegui, hoje (sexta-feira), um caminhão pipa para o local em que
trabalho e conversei com várias pessoas do DAERP sobre a falta de água.
Conversei com cidadãos, também. E, por isso, estou escrevendo. O problema de
falta de água em Ribeirão Preto se repete, todos os anos. Suas causas são
relativamente naturais, porque a seca é real e tem consequências, por vezes,
inevitáveis. Por outro lado, previsíveis e minimizáveis. Além disso, há causas estruturais
para que a cidade quase toda fique sem água. Por exemplo, poços são cavados,
sem que reservatórios correspondentes sejam construídos. E, como não sou
engenheira, preciso parar por aqui. Mas, é claro que existe algo que a
administração pública poderia fazer para minimizar os efeitos da seca sobre a
população e os negócios em Ribeirão Preto. Aposto que sim!
Como filha do Reino, sei e acredito que
não morreremos todos de sede e nem o planeta vai perecer por falta de água. Mas, a questão não é esta. A administração dos recursos naturais que há na Terra é de responsabilidade do ser humano.
não morreremos todos de sede e nem o planeta vai perecer por falta de água. Mas, a questão não é esta. A administração dos recursos naturais que há na Terra é de responsabilidade do ser humano.
O nome da questão é CONSCIÊNCIA. Aliás, esta é a grande questão da
humanidade, que não tem e precisa adquirir consciência sobre quem é, por quê
veio e para que existe.
Com relação à água, em Ribeirão Preto e não só aqui, precisamos
adquirir consciência de que:
- como pessoas, somos responsáveis pela administração dos recursos
naturais que temos na Terra, mesmo que estes recursos estejam sendo tratados e
distribuídos por uma empresa pública ou privada; por isso, precisamos ficar
atentos e criar uma nova cultura em nossas vidas, residências e locais de
trabalho, que inclua ações efetivas, como: fechar o chuveiro enquanto nos
ensaboamos; fechar a torneira da pia, enquanto ensaboamos as louças; varrer a
calçada com a vassoura e não com a mangueira; controlar o número de vezes em
que lavamos os quintais e as calçadas; consertar vazamentos em torneiras e
canos; e tantas outras pequenas coisas que podemos (sim, podemos) fazer;
- como cidadãos, temos o direito de escolher aqueles que administrarão nossa cidade e o dever de participar de ações que influenciem na elaboração dos planos e projetos que serão executados em prol do nosso povo, também nesta área;
- como influenciadores em qualquer área e seja qual for a abrangência, devemos comunicar a importância que há em cada um se engajar na batalha de proteger a água do planeta e a vida das pessoas, dos animais, das cidades, da Terra;
- como governantes, está em nossas mãos criar campanhas de conscientização em massa, para gerar consciência da responsabilidade individual, familiar, empresarial, comunitária, de preservar a água, plantar árvores e participar e promover tantas ações quantas sejam necessárias para que todos se envolvam nisso;
- como intercessores, podemos confiar que nosso Deus fez um reservatório de águas no firmamento, assim como existe água sob nosso solo; podemos ter certeza de que tanto a Terra, quanto o céu podem liberar a água de que precisamos; e podemos clamar para que a chuva venha de forma calma e equilibrada sobre nossas cidades;
- como povo de Deus, precisamos nos arrepender das escolhas erradas que nossas cidades e Nação estão fazendo, que ferem a Terra e geram consequências desastrosas para todos, como a seca e tantos outros transtornos climáticos que temos visto;
- como filhos de Deus, precisamos nos decidir e manifestar o Cristo, pois a criação está gemendo desesperada, ora está seca de angústia, ora está encharcada de dor, ora se mostra furiosa em vendavais, ora mingua entristecida, enquanto espera que nós sejamos aquilo que Deus sonhou que seremos. Seremos. Despertem, filhos do Reino!
Estamos, agora, no GF2, na Lagoinha, falando de como Deus criou todas as coisas, a Terra, os animais e o Homem. Antes de criar todas as coisas, o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas, as quais depois de divididas em dois reservatórios, contribuíram na criação, produzindo seres vivos. Água é vida. Por isso, deixo este texto gritando, aqui, para todas as pessoas que nos leem.
E chamo, em especial, a atenção dos filhos do Reino: nós somos responsáveis por estabelecer uma nova cultura e uma nova mentalidade para nossa geração. Cultura de Reino, mentalidade de Governo. E isso começa em coisas que parecem corriqueiras, simples, cotidianas, como cuidar da água, gerar consciência e escrever leis mais justas. Se formos fiéis no pouco, governaremos as Nações. Você e eu somos fontes de Água Viva. Jorremos, em meio à seca que nos cerca.
Em todos os sentidos.
Jackeline Sarah
Sim! Somos mordomos de tudo o que Deus fez e nos entregou. Cabe a nós gerenciar com responsabilidade cada recurso que está ao nosso dispor.
ResponderExcluirSejamos Administradores Maduros!
É isso Jack! Gostei demais! Tem que começar por nós!!!
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