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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Momentos como este

Tragédia no Brasil.

Dor e sofrimento em Santa Maria/RS.

Perplexidade em toda parte.

Grande perda para a humanidade.

Como prestar solidariedade de longe num momento assim...? A tragédia é um fato, difícil de digerir, impossível de esquecer.

Como não relevar o ocorrido e, ao mesmo tempo, não se gastar em acusações? A sucessão de erros se vai comprovando pela(s) análise(s), o óbvio não se consegue esconder.

Como não deixar que as vidas interrompidas não se tornem apenas números nas estatísticas das maiores tragédias brasileiras? Os números denunciam, quantidade de vítimas, quantidade de posturas e procedimentos que poderiam ter evitado a tragédia...

Vi, ainda há pouco, dezenas de fotos dos jovens universitários e profissionais que nunca chegarão a cumprir todo seu chamado na transformação da Terra naquilo que Deus sonhou. Nunca os conheci, mas, dentro de mim, sinto-os, agora, como perda irreparável, não para mim unicamente, mas para esta geração, para a humanidade, para a Terra.

Li, com repúdio, frases religiosas de julgamento, que de nada servem. Não servem agora, nem nunca servirão. Jesus, certamente, apontaria para a tragédia na Torre de Siloé. As vítimas da tragédia não são mais culpadas que qualquer um de nós. Não julgo suas escolhas, pois de nada serviria meu julgamento. Todos precisamos nos arrepender e mudar nossos passos, rumo à Origem, para vivermos como Deus sonhou. Todos.

Contemplei expressões de consolo, da parte de Homens que procuram ter o mesmo coração que Deus tem. Que bom que eles existem. Talvez, esta seja mesmo a única forma possível de prestar solidariedade, de longe: tentarmos nos colocar no lugar dos pais que perderam seus filhos, dos familiares que perderam seus queridos, dos professores que perderam seus alunos, da cidade que perdeu um pouco da sua força, da Terra que perdeu um pouco da sua esperança.

Esperança que não deve morrer. A Justiça ainda habitará a Terra. Dor e sofrimento deixarão de fazer parte do que passaremos a viver. O Reino de Deus se expandirá e Seu Governo será estabelecido. Esperança que deve nos mover.

Precisamos nos mover em oração, para que o Pai traga consolo aos que estão desesperançados, desesperados, desencantados, paralisados pela dor que a tragédia trouxe para morar na vida deles. Precisamos nos mover em solidariedade, ainda que distante, respaldando os que estão ajudando de perto com nossas orações e nossa empatia. Precisamos nos mover em fé, passando a cumprir ainda mais a nossa missão de sermos sal e luz nesta Terra, trazendo a Justiça do Reino de Deus, do céu para cá.

Precisamos nos mover em Amor.

Amar a Deus, amar o Reino de Deus e Sua Justiça, amar o próximo como Jesus nos amou, amar o Propósito Eterno de Deus, amar a Terra e a criação, amar a humanidade... Porque Deus amou a Terra e a criação e amou a humanidade tanto, tanto, que deu Seu Filho, Seu Melhor Prazer, para que possamos voltar à Origem e desfrutar do sonho que Ele teve desde antes da fundação do mundo.

Deus sabe como dói esta dor da perda de um filho...

Precisamos nos mover com determinação contra o mundo, mas leia mundo aqui como sistema que governa a Terra por enquanto, sistema que quer impedir a formação do Cristo no Corpo, sistema que não quer que a Terra seja restaurada e receba o Governo de Deus, da mesma forma como é no céu. Este significado de mundo não é o mesmo daquele que Deus amou. Deus amou o mundo que criou para cumprir Seu Propósito Eterno de expandir o Seu Reino e estabelecer Seu Governo na Terra, como é no céu, e este mundo inclui a Terra e a humanidade.

O mundo que jaz no maligno é o sistema que governa a Terra e serve ao império das trevas, ainda que a maioria dos Homens não perceba isso. É contra as estruturas que visam, em última análise, impedir a manifestação do Cristo na humanidade, desfigurando a imagem de Deus em nós, que precisamos nos determinar e, de forma intencionada, viver em oposição à sua ação tão eficaz até aqui.  Cada um no seu traçado, que Deus desenhou em sua mente e publicou nesta geração, para que realizemos o Seu sonho antigo de ter muitos filhos parecidos com Jesus, reunidos no Cristo, que vivam, sirvam e desfrutem da realidade do Seu Reino estabelecido, primeiro dentro deles e, através deles, em toda a Terra, da mesma forma como está estabelecido no céu, gerando um novo momento em nossa história...

... onde dor e sofrimento não farão parte da experiência dos que ali vivem; onde Justiça e retidão serão a base do Governo; onde integridade, justiça, verdade, bondade, temor do Senhor, palavra firme e honestidade farão parte do caráter dos filhos maduros, sonhados, predestinados e adotados em Jesus; onde a vida de Deus estará viva e atuante em cada filho; onde Deus morará conosco e enxugará toda lágrima de nossos rostos; onde Justiça, Paz e Alegria, enfim, deixarão de ser apenas um trecho da Escritura Sagrada e serão reais...

Precisamos produzir leis justas, precisamos ser as sementes do Evangelho do Reino, para que as pessoas de todas as Nações admirem o Senhor em nós e compreendam os significados de suas vidas.

Porque vidas humanas significam muito. Para Deus, que pagou o Preço altíssimo do Sangue do Seu Filho para que sejam o que Ele sonhou; para a Igreja, que deveria viver exclusivamente para apontar em si mesma o Caminho para voltarem à Origem, que é Cristo em nós; para a Terra, que precisa ser liberta pelos filhos maduros, homens e mulheres que entenderam quem são e para quê foram criados.

Vidas humanas significam muito. As vidas dos que morreram nesta tragédia tinham grande significado. As vidas dos seus familiares e amigos, dos sobreviventes e de todas as pessoas envolvidas ou sensibilizadas pela tragédia, elas, também, significam muito.

Nossa oração é pra que a memória das vidas que se perderam nos motive a sermos melhores e mudarmos o mundo com nossas escolhas de vida. Que as vidas que ficaram sejam abraçadas, consoladas, fortalecidas e postas novamente a caminho, pelo Amor de Deus. Que avancemos na árdua batalha de modificar as estruturas injustas. Que a Justiça que há no Reino de Deus viva em nós, em tudo o que fizermos e formos, para que dor e sofrimento, muito logo, sejam apenas parte distante da história da humanidade e da Terra. Amém.

(===> A vida continua...)

Jackeline Sarah

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Pedir perdão pra quê?

Talvez, Você já tenha pensado assim: Por que preciso pedir perdão antes mesmo que alguém venha me dizer que está ofendido comigo? Por que me humilhar e pedir perdão quando alguém vem me dizer que se ofendeu com algo que eu nem percebi que havia feito? E, pior ainda, como fica quando peço perdão e a pessoa que eu julgava ofendida nem estava e nem entende porque preciso pedir perdão?! E quando peço perdão e a pessoa só diz que perdoou, mas não demonstra o perdão na prática?

São, realmente, muitas perguntas e elas surgem em nossas mentes especialmente quando tentamos provar a validade de um princípio ou mandamento do Reino de Deus ou quando procuramos efeitos práticos e imediatos da sua aplicação. O que nem sempre ocorre... 

É completamente possível que as pessoas a quem precisamos pedir perdão não entendam o sentido do perdão e, por vezes, podem até mesmo não nos perdoar. É escolha delas. A mim e a Você e a todos os filhos do Reino cabe nos assegurarmos de que estamos em paz com todos, o quanto de nós depender (Rm 12:18). E isso por causa do Reino de Deus que está dentro de nós e precisa se manifestar através de nós.

Em algumas vezes, parecerá não ter feito diferença não termos pedido perdão, especialmente quando pedirmos perdão a pessoas não entendam o sentido do perdão ou quando as pessoas não demonstrarem, no dia-a-dia, que realmente fomos perdoados. Precisamos nos lembrar que pedimos perdão por causa do Reino de Deus que está dentro de nós e precisa se manifestar através de nós.

Se não for por causa do Reino de Deus, certamente desistiremos de pedir perdão, 
pois isso exige que nos humilhemos e vai de encontro à nossa natureza, 
enquanto ainda não somos tão parecidos com Jesus...

Há muitas coisas em nossa vida de fé que parecerão não fazer diferença na prática. Mas, creia: todas as vezes que correspondermos com um princípio ou mandamento do Reino de Deus, afetaremos o mundo espiritual a nosso favor e a favor da expansão do Reino de Deus. Com nossas vidas de filhos de Deus, podemos servir ao Reino de Deus ou ao império das trevas... Depende de nossas escolhas.

Mas, por que pedir perdão? 

Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão. Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil. Mateus 5:23-26

O que isso quer dizer? Que, para que Você possa estar livre na Presença do Senhor, levando a Ele suas ofertas, de louvor, de gratidão, de recursos, de oração, de vida, seja o que for, Você precisa estar certo de que não há ninguém a quem possa ter ofendido e que o esteja mantendo numa prisão de mágoa e falta de perdão. A única maneira de satisfazer esta exigência do Reino é Você tomando a iniciativa de pedir perdão sempre que imaginar que ofendeu alguém e, também, quando alguém vier falar com Você sobre ter ficado ofendido por algo que Você fez e nem notou.

Pode ser que, embora Você acreditasse que devia pedir perdão, a pessoa que poderia estar ofendida não estivesse ou não achasse necessário o pedido de perdão. Tudo bem, já que Você não pede perdão apenas por causa da pessoa a quem ofendeu, mas, especialmente, por causa do Reino de Deus e por causa do seu relacionamento com o Pai. E, o ofendido entendendo ou não, considerando relevante seu pedido de perdão ou não, Você fez o que deveria fazer e está livre para se relacionar com o Pai e ofertar a Ele o que quiser. E  lembre-se: hoje, o altar onde Você se encontra com Deus é sua própria vida, por isso, é muito importante corresponder para ter sempre o altar em prontidão.

Pode ser, também, que a pessoa a quem Você ofendeu esteja remoendo a ofensa e mantendo sua vida e a dela em uma prisão de mágoa e rancor. É sobre pessoas nesta situação o exemplo usado por Jesus. Se o clamor desta pessoa, sua dor, sua tristeza chegarem a Deus, Ele, certamente, considerará que Você é culpado, não apenas por ofender a pessoa, mas por não ter pedido perdão, não haver tentado se reconciliar, por não ter feito o que Jesus ensinou... Sem contar que o próprio império das trevas encontrará nesta situação uma brecha para agir em sua vida e aprisioná-la. E, segundo Jesus, Você ficará na prisão dentro da pessoa e no mundo espiritual, até que se reconcilie e, por vezes, até que restitua os danos que causou... Mas, o pior de tudo será as suas ofertas não serem aceitas pelo Pai...

Deus quer que nos amemos uns aos outros, assim como Ele nos amou. Pedir e liberar perdão faz parte disso!

Se Você tem feito perguntas como estas, sugiro que não fique tentando avaliar se seu pedido de perdão era mesmo necessário, foi mesmo aceito ou compreendido. Seja simples como uma criança que obedece. E obedeça! Creia que sua correspondência dá prazer ao Pai. E, se já decidiu corresponder, vá, agora mesmo, falar com Ele. Diga a Ele que pediu perdão por causa dEle e que está feliz em tê-lO obedecido. Se for verdade, diga que ama o Reino acima de tudo e que faria coisas muito mais difíceis que estas para que o Governo do Reino de Deus esteja estabelecido totalmente dentro de Você... E decida-se, sempre, a caminhar pelo que crê, nunca pelo que vê.

Escolha certo: corresponda com os princípios e mandamentos do Reino de Deus e fique em paz! 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Reunidos em 13/01/13

São momentos importantes e verdadeiros, em que nos encontramos para encontrar mais ao Senhor...





































terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Sobre o direito de partir

Partir por conta própria, mais que um direito, é o castigo dos filhos rebeldes. Ficar e ser formado, mais que um dever, é uma grande parte da coroa dos filhos que querem amadurecer.
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Ouvi quando meu filho me respondeu que é seu direito partir. Embora não estivesse dizendo que partiria, sua afirmação provocou um imenso turbilhão de reflexões em mim.

Imediatamente e ao longo das horas que se seguiram, passei a analisar tudo o que sei sobre direitos, sobre filhos e sobre pais. E, enquanto sofria minhas próprias análises, pareceu-me bastante injusto todo o processo, já que os filhos parecem ter o direito de abandonar os pais, mas os pais nunca devem abandonar os filhos... 

Mas, foi quando a noite me abraçou e já nenhuma palavra precisava dizer a ninguém, sobre nada, que pude me lançar nos braços do meu próprio Pai e vislumbrar Seu coração, por entre as minhas lágrimas. Horas de lágrimas regando uma dor que, só então, entendi que não dizia respeito a um filho em particular, mas a todas as dores que tenho sentido, como mãe, e, talvez, a todas as dores que os pais têm sentido. Dores que o Pai também sente.

Pude perceber. É mesmo injusto o que ocorre. Mas, a injustiça não está na estratégia que chamamos de Igreja de pais e filhos, não está no processo de formação. O que é injusto ainda está dentro de nós. Pais que se apegam demasiadamente aos filhos, às vezes, ao ponto de não conseguir formá-los, pois seus sentimentos viram uma prisão paralisante. Filhos que, realmente, acreditam que, a qualquer momento, podem escolher ir, como se partir fosse sinônimo de ser livre, muito embora saibam que a verdadeira liberdade está em escolher servir e obedecer... Eles sabem, muitas vezes nós sabemos o que devemos fazer, mas fazemos o que sabemos que não deveríamos. 

Pude perceber o coração paterno de Deus sofrendo muito mais que o conjunto de todas as minhas lágrimas. E esta não é uma alegoria pra intimidar crianças, pois nem gosto delas. Mas, se há algo que posso dizer que corta o coração de Deus, este algo tem a ver com paternidade e filiação. Pois o sonho de Deus sempre foi ter filhos. Ele sonhou ter filhos e sonhou os filhos, antes de criá-los. Mesmo sendo Seus desde antes da Origem, comprou-os de novo, a preço alto, preço do Sangue do Seu Único e Perfeito Filho. E, bem, mesmo assim, ainda assim... o Pai que paga caro pelo que sempre foi Seu ainda nos vê: filhos escolhendo partir. Sim, isso é injusto. Mesmo após a cruz, esta injustiça continua acontecendo. Jesus Se fez Justiça por nós, mas ainda vivemos em meio ao sistema anticristo injusto e com a injustiça permeando muitas de nossas escolhas, senão todas. 

Precisamos escolher sair! Sim, sair, mas não da casa paterna. Sair do emaranhado que o sistema implantou em nossas mentes, que, muitas vezes, nos impedem de ver, de ouvir, de obedecer. Precisamos aprender a escolher sofrer o dano ao invés de fechar as mãos e o coração em revolta. Precisamos entender que cada coisa tem seu tempo e que nem tudo diz respeito a nós, mas ao Propósito. 

Pude perceber que a injustiça continuará, por enquanto. Até que o Reino se expanda e Deus possa governar a Terra, Justiça, Paz e Alegria estarão disponíveis no Espírito Santo, mas caberá a nós trazê-las para a realidade. Ainda haverá pais que desistem de seus filhos e pais que sofrem com a partida dos seus filhos. Ainda haverá filhos que não apenas mencionam seu direito de partir, mas exigem sua parte na herança e se vão. 

Os filhos rebeldes partirão sem conselho, mas não é preciso que seja assim. Virar as costas à paternidade não é a melhor forma de passar para uma nova fase na vida. 

Percebi que os filhos que amam a formação perderam o direito de partir. Porque escolheram amar a formação. Percebi que os pais que amam a formação perderam o direito de fechar os olhos e lavar as mãos quanto à vida dos filhos que lhes custam trabalho e sofrimento. Porque escolheram amar a formação. Todos os filhos custam caro, mas eles valem cada centavo. Honrar os pais é exigência das grandes, mas traz recompensa maior. Precisamos nos adequar a isso. Precisamos viver cada passo da formação sob o Governo do Reino de Deus, que, afinal, já está estabelecido dentro do coração de cada filho que sabe que o Pai o comprou.

Há esperança. Todo o Propósito de Deus se cumprirá. Sua Vontade jamais será frustrada. O sonho de Deus se realizará! A Igreja de pais e filhos cumprirá o seu papel nesta geração e formará pais maduros que gerarão filhos maduros que, como Igreja, vão libertar a Criação e mudar a história da Terra. Isso tem valor muito alto! Vale suas renúncias, vale minhas dores, vale nosso posicionamento! Até que o Reino venha, não haverá Justiça em tudo. Então, preparemos e apressemos o Dia do Senhor! Está nas nossas mãos...

Ao filho que não partiu: que bom tê-lo na casa paterna e espero que não parta! Não inadvertida e inconsequentemente. Esta forma é para os rebeldes. Você está se dando por inteiro ao processo de formação, por isso, renunciou ao seu direito de partir por conta própria. Um dia, Você irá. E, quando for, será para conquistar a Terra e dominar os montes. Como se eu fosse. Como se Adão fosse redimido em Você. Como se Jesus mesmo estivesse indo. Ungido, como Cristo.

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Assim como Deus dá à humanidade o livre arbítrio e, aos filhos rebeldes, a herança que pedem, minha oração insistente é que Ele dê aos filhos em formação, a consciência de que já os fez livres para corresponder e perseverar, até que vençam.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Maratona Bíblica 2013


Vamos dar a largada na Maratona Bíblica 2013!

Tenho certeza de que todos serão grandemente edificados com ela.

Minha proposta pra Vocês inclui:

- a leitura da Bíblia em ordem cronológica, seguindo as indicações que eu passar, baseadas em uma Bíblia da Editora Vida; isso significa que não vamos ler os livros na sequência em que aparecem na sua Bíblia, mas vamos intercalar trechos que estima-se que aconteceram na mesma época; isso será muito elucidativo para compreendermos os fatos e a mensagem registrada na Bíblia;
- a procura pelo Propósito Eterno de Deus nas Escrituras;
- a realização das atividades propostas;
- leitura diária da Bíblia (isso é possível, exige disciplina e é essencial para a vida do filho e o seu crescimento!)

Penso que podemos concluir esta leitura em ordem cronológica, buscando o Propósito Eterno de Deus, em dois anos. Vamos lá?

Sugiro que imprimam este índice e que grifem, em suas Bíblias os trechos que foram lidos.

Esta ordem cronológica não é a única que existe, mas foi considerada a mais confiável pela Editora Vida. De toda forma, a partir dela, Vocês terão contato com os acontecimentos narrados na Bíblia em ordem mais próxima de sua ocorrência, narrados por diversos autores bíblicos. 

Enquanto forem lendo destaquem e anotem de alguma forma o que encontrarem sobre o Propósito Eterno de Deus. Em cada domingo, tragam suas anotações sobre o Propósito, uma ilustração sobre um trecho escolhido e a resposta de uma pergunta que farei.

Quem deixar para ler os textos de vários dias em um só, certamente, ficará perdido, em muitos sentidos. Quem se determinar, for diligente e disciplinado, com absoluta certeza, verá as Escrituras sob uma nova perspectiva. É disso que precisamos, hoje!

Por favor, respeitem a sequência em que os trechos estão anotados, leia apenas os intervalos indicados e leia todos os intervalos indicados para o dia!

Se alguém ainda não sabe ler as citações, abreviadas, no final deste post incluí uma lista.

As perguntas das semanas de Janeiro estão no final dos trechos para os dias.

Excelente leitura!

Janeiro
08 Jo 1:1-2; Sl 90:1; Gn 1:1; Is 14:12-17; Ez 28:13-18; Gn 1:2; Jr 4:23-26; Is 45:18; Gn 2:4 (A eternidade passada)
09 Gn 1:2-8, 2:5-6, 1:9-26, 2:7, 5:1, 2:8-25, 1:27, 5:2, 3:20, 1:28-31, 2:1; Jo 1-3; Gn 2:2-3; Ex 20:11 (A criação)
10 Gn 3:1-24, 4:1-15 (A queda e a Primeira Civilização - continua)
11 1 Cr 1:1; Gn 4:25, 5:3, 4:26, 5:6, 5:9; 1 Cr 1:2; Gn 5:12.15.18, 4:16-24; 1 Cr 1:3; Gn 5:21.25, 5:4.5, 5:22-24, 5:7-8, 5:28-29, 5:10-11.13-14.16-17.19-20, Gn 6:1-7.11 (A Primeira Civilização - continua)
12 Gn 6:8.13-21, 5:32, 6:9-10; 1 Cr 1:4; Gn 5:30-31, 5:26-27, 6:22, 7:1-24, 8:1-19 (A Primeira Civilização - continua)
13 Gn 8:20-22, 9:8-17, 9:1-7 (O governo humano); Gn 9:18-19, 10:32, 10:1-5;  1 Cr 1:5-7; Gn 10:6-20; 1 Cr 1:8-16 (Feitos da época dos descendentes de Noé - continua)
14 Gn 10:31, 10:21-23; 1 Cr 1:17.24; Gn 11:10, 9:22-27, 11:12, 10:24; 1 Cr 1:18; Gn 11:14, 10:25; 1 Cr 1:19.25; Gn 11:16, 10:26-30; 1 Cr 1:20-23; Gn 11:18.20, 11:1-9 (Feitos da época dos descendentes de Noé)
15 1 Cr 1:26; Gn 11:22.24.26; Jó 1:1-5; Gn 11:19.25, 9:28-29; 1 Cr 1:27; Gn 11:27 (Fatos da época dos Ancestrais de Abraão); Jó 1:6-22, 2:1-10 (A era dos Patriarcas, continua)
16 Jó 2:11-13, 3:1-26, 4:1-21 (A era dos Patriarcas, continua)
17 Jó 5:1-27, 6:1-30 (A era dos Patriarcas, continua)
18 Jó 7:1-21, 8:1-22, 9:1-13 (A era dos Patriarcas, continua)
19 Jó 9:14-35, 10:1-22, 11:1-10 (A era dos Patriarcas, continua)
20 Jó 11:11-20, 12:1-25, 13:1-28 (A era dos Patriarcas, continua)
21 Jó 14:1-22, 15:1-35 (A era dos Patriarcas, continua)
22 Jó 16:1:22, 17:1-16, 18:1-21 (A era dos Patriarcas, continua)
23 Jó 19:1-29, 20:1-29 (A era dos Patriarcas, continua)
24 Jó 21:1-34, 22:1-30 (A era dos Patriarcas, continua)
25 Jó 23:1-17, 24:1-25, 25:1-6 (A era dos Patriarcas, continua)
26 Jó 26:1-14, 27:1-23, 28:1-28 (A era dos Patriarcas, continua)
27 Jó 29:1-25, 30:1-31 (A era dos Patriarcas, continua)
28 Jó 31:1-40, 32:1-22 (A era dos Patriarcas, continua)
29 Jó 33:1-33, 34:1-20 (A era dos Patriarcas, continua)
30 Jó 34:31-37, 35:1-16, 36:1-33 (A era dos Patriarcas, continua)
31 Jó 37:1-24, 38:1-41 (A era dos Patriarcas, continua)

Perguntas da primeira semana (08 a 13/01):
1. Você conseguiu identificar a genealogia dos justos e a genealogia dos ímpios? Onde elas estão descritas? As linhagens de justos e ímpios existem hoje?
2. Anote o que Você encontrou sobre o Propósito Eterno de Deus (Expandir Seu Reino e Estabelecer Seu Governo sobre a Terra).
3. Faça uma ilustração sobre um trecho lido na semana.

Perguntas da segunda semana (14 a 20/01):
4. O que aconteceu no episódio que conhecemos como Torre de Babel?
5. Anote o que Você encontrou sobre o Propósito Eterno de Deus (Expandir Seu Reino e Estabelecer Seu Governo sobre a Terra).
6. Faça uma ilustração sobre um trecho lido na semana.

Perguntas da terceira semana (21 a 27/01):
4. Mencione um trecho do discurso de Jó que chamou sua atenção. O quê chamou sua atenção nesse trecho?
5. Anote o que Você encontrou sobre o Propósito Eterno de Deus (Expandir Seu Reino e Estabelecer Seu Governo sobre a Terra).
6. Faça uma ilustração sobre um trecho lido na semana.

A semana que começa em 28/01 será considerada como a primeira de fevereiro.

Antigo Testamento
LivroAbreviaturasCapítulos
GênesisGn50
ÊxodoEx40
LevíticoLv27
NúmerosNm36
DeuteronômioDt34
JosuéJs24
JuízesJz21
RuteRt4
1 Samuel1 Sm31
2 Samuel2 Sm24
1 Reis1 Rs22
2 Reis2 Rs25
1 Crônicas1 Cr29
2 Crônicas2 Cr36
EsdrasEd10
NeemiasNe13
EsterEt10
42
SalmosSl150
ProvérbiosPr31
EclesiastesEc12
CantaresCt8
IsaíasIs66
JeremiasJr52
LamentaçõesLm5
EzequielEz48
DanielDn12
OséiasOs14
JoelJl3
AmósAm9
ObadiasOb1
JonasJn4
MiquéiasMq7
NaumNa3
HabacuqueHc3
SofoniasSf3
AgeuAg2
ZacariasZc14
MalaquiasMl4
Novo Testamento
LivroAbreviaturasCapítulos
MateusMt28
MarcosMr16
LucasLc24
JoãoJo21
Atos dos ApóstolosAt28
RomanosRm16
1 Coríntios1 Co16
2 Coríntios2 Co13
GálatasGl6
EfésiosEf6
FilipensesFp4
ColossensesCl4
1 Tessalonicenses1 Ts5
2 Tessalonicenses2 Ts3
1 Timóteo1 Tm6
2 Timóteo2 Tm4
TitoTt3
FilemonFm1
HebreusHb13
TiagoTg5
1 Pedro1 Pd5
2 Pedro2 Pd3
1 João1 Jo5
2 João2 Jo1
3 João3 Jo1
JudasJd1
ApocalipseAp22